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Debate: Introdução à prática psicoterapêutica (Cap. 1, 2, 3, 4 e 5)

Boa tarde leitores, o debate de hoje foi sobre o livro: Introdução à prática psicoterapêutica. O livro tem um leitura compreensível e também não é cansativa. Ele pode até ser usado novamente após a graduação em alguns esclarecimentos de dúvidas que você como psicológ@ venha a ter. Então, em seu primeiro Capítulo, Expectativas Iniciais , o autor trabalha a necessidade de ter que responder a todas as questões que o cliente leva ao settings terapêutico, e você como psicólogo, não ter vergonha em pedir ao cliente para pensar mais a respeito daquele questionamento e ter que responder depois. O texto também traz a questão de não querer comparar a situação do cliente com uma outra situação que o terapeuta já passou com um amigo, por exemplo. A sua experiência serve apenas pra você, e não vai ser ela que vai curar o outro. O atendimento psicoterápico não é só um grupo que abrange aquela situação em especifico que você já passou, são diversos grupos com pessoas de personalidades distintas. ...

Debate sobre o texto: Cartas a Um Jovem Terapeuta (Cap. 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9,10 e 11)

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Boa noite leitores, estamos continuando o debate  sobre o livro: Cartas a um Jovem Terapeuta de Contardo Calligaris. Sobre as semanas que se passaram houve o debate sobre os 9 capítulos restantes da obra. Em seu terceiro capítulo ( O primeiro paciente ) o autor relata sobre a recém-formação de terapeuta e como foi a chegada do seu primeiro paciente, do qual ele quis impressioná-lo como se o paciente que chegou até o seu consultório não fosse o primeiro. E deixa claro ao final do capítulo 3 experiências que ele adquiriu: 1° (Nem sempre os pacientes querem terapeutas experientes); 2° (Devemos ser autênticos, o consultório°/sala deve ter a nossa personalidade); 3° (Com o passar dos anos sendo terapeutas, devemos sempre olhar o paciente como se fosse o primeiro, com curiosidade e gosto de querer ajudá-lo). Em seu quarto capítulo ( Amores Terapêuticos ) o autor relata sobre a questão de apaixonar-se por um paciente, um caso não muito comum, mas, não menos important...

Debate sobre o texto: Cartas a Um Jovem Terapeuta (Cap. 1 e 2)

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Boa noite leitores, o debate sugerido da vez foi sobre o livro: Cartas a um Jovem Terapeuta de Contardo Calligaris. Na data de hoje foi trabalhado o capítulo 1 e 2. A leitura da obra é bem sugestiva pois, apresenta uma série de cartas escrita pelo próprio autor e psicanalista Contardo Calligaris.  Ele aborda em seu primeiro capítulo (Vocação Profissional), sobre o torna-se terapeuta. O mesmo aponta algumas características sobre a idealização que temos/queremos quando nos tornamos terapeutas e de como realmente é. Nessas características está incluso: - A importância de não nos alimentar no reconhecimento e agradecimento dos outros. Visto que não pretendemos a dependência do paciente, pois eles idealizam os profissionais de saúde e neles depositam toda a confiança e suposição de que eles saibam ,com "precisão", da "cura";  - Carinho espontâneo; - Ter o mínimo possível de preconceito, crenças e convicções.Vejam, mesmo que não cheguem ao ponto de falar exa...

Debate sobre o texto: Uma Breve História da Clínica e da Psicologia Clínica

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Boa tarde leitores, conforme descrito no título, o texto que será abordado aqui foi trabalhado como um debate em sala de aula e ele aborda inicialmente sobre o nascimento da clínica enquanto um cenário tradicional. Conforme a autora descreve, Foucault mostra como a clínica tradicional, que era tida como a "clínica dos casos", foi sendo substituída em uma perspectiva experimental e científica, levando-a ao cenário da clinica moderna. Essa passagem teve como principal momento a tomada do hospital como escola, além da observação que era realizada junto ao leito do paciente o médico catedrático (ou professor regular) retomava aspectos sobre a história geral da doença, as causas, os prognósticos e etc. Além dessa forma de estudo, a clínica teve de produzir um olhar voltado sobre a organização de uma nosologia. Antes o que era tido como "fato patológico comparado", o que se sabia do funcionamento normal de um órgão em comparação ao seu funcionamento alterado, tev...
OLÁ, boa noite a todos, passamos um tempo parados por motivos técnicos, até precisamos mudar o nome do Blogguer , mas sejam todos bem vindos a esse aprendizado.

Análise Estrutural Psicanalítica Do Personagem Einar Wegener Através Do Filme: A Garota Dinamarquesa

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Xavier de Oliveira Escoffeir Gomez da Silva, Andréa. José de Andrade Firmino, Anderson. Soares Bezerra, Janayna. Almeida Léllis, Jimmy. Silva de Oliveira, Lucélia. Braz Gomes, Suelen. RESUMO Conta a história conhecida do primeiro homem transgênero de que se tem conhecimento – a dinamarquesa Lili Elbe. Em A Garota Dinamarquesa, Eddie Redmayne é Einar Wegener, um jovem e talentoso pintor que há seis anos é casado com Gerda (Alicia Vikander), uma também pintora que trabalha para conseguir emplacar uma exposição nas galerias de Copenhague, em meados da década de 1920.  Quando uma das modelos de Gerda falta a uma sessão, a pintora pede a Einar que vista as roupas femininas e pose para que ele ao menos possa iniciar a pintura. E é assim, com um gesto tão simples, que Einar deixa aflorar a personalidade de Lili, que desde a infância estava aprisionada. Daí por diante, o longa nos conduz pela jornada de transformação de Einar em Lili, as dúvidas, as angústias, a via-sac...